¤ Anexo B (texto em desenvolvimento)
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ABSTRACT
Os médicos compreendem que o facto de se ter uma boa saúde deve-se, em parte, à nossa herança genética, mas uma grande parte depende da própria pessoa, isto é, desta adoptar um estilo de vida saudável.
No entanto, é necessário não esquecer que o ambiente que nos rodeia afecta de igual forma a nossa saúde e pode ter um grande impacto na nossa esperança de vida.
No estado actual em que vivemos, em que as frequências clandestinas da Microsoft já dominam o espaço público (iremos apresentar o ónus da prova durante este trabalho), talvez uma das maiores evidências que denuncia a presença destas radiações não-autorizadas seja a existência de um grupo de pessoas que declara sentir dor e sofrimento sempre que expostas às radiações artificiais, e, como tal, não toleram WI-FI.
Alguém já deveria ter pensado que isto não é normal.
Então, qual é a diferença?
A diferença que se pode observar desde logo: é porque há pessoas que são diferentes.
Interessa, pois, averiguar a razão lógica por detrás dessa diferença.
Outra grande evidência que denuncia estas frequências clandestinas está no ruído (som) que agora acompanha a radiação WI-FI. E é este ruído, com o seu “ruído”, que penetra fundo nas estruturas orgânicas (e inorgânicas), e são sobretudo prejudiciais pelo seu efeito cumulativo.
Mas existem muito mais outras pistas que podem ser percepcionadas.
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